Em um ritmo menor do cenário visto nas últimas três semanas, a taxa de transmissão da covid-19 mantém tendência de queda em toda a região de Presidente Prudente. Nesta segunda-feira (11), o índice de contágio está em 1,18, de acordo com a Infotracker, plataforma desenvolvida pela USP e Unesp para o monitoramento da pandemia em todo o Estado de São Paulo.
Isso quer dizer que 100 contaminados com a doença transmitem para outras 118 pessoas. Apesar do panorama decrescente, a situação ainda está classificada como "provável aumento no número de infectados".
O índice de contágio (RT) é importante para apontar quantas pessoas serão contaminadas por um infectado, além de auxiliar na projeção da velocidade de transmissão da doença. O número deve ficar abaixo de 1 por mais de 15 dias para que seja visualizada queda de novos casos.
A queda será mantida ao longo da semana, quando a taxa atingirá 1,15 no próximo domingo (17) - o mesmo índice que era aguardado para agora.
Projeção de novos casos e de óbitos
Atualmente, a plataforma aponta 1.791 pessoas com o vírus ativo em toda a região. Porém, o número não reflete a realidade devido a exames represados pelos municípios, ou por falha no sistema do Governo Federal, ou pela morosidade dos órgãos de Saúde locais.
É o caso da maior cidade do Oeste Paulista, com represamento de exames sem diagnósticos conhecidos desde o início da pandemia. A cidade também não conseguiu atualizar os dados por duas vezes nos últimos dias, diferentemente dos demais municípios.
A projeção é de atingir 2.058 casos ativos nos próximos seis dias. Por fim, são previstos sete óbitos durante o período de medição - mesmo percentual do período anterior.
Queda no Estado; regiões em alta
A situação segue parecida quando analisados os dados de todo o Estado de São Paulo. Atualmente, a taxa é de 1,62; ela deve cairpara 1,60 no dia 17 de julho, o que revela estabilidade na curva de contágio.
Quase todas as regiões ainda têm índice acima do teto considerado de segurança em relação à disseminação do vírus, com exceção de Araraquara com 0,93 (porém, com tendência de alta) - classificada como provável controle da doença.
As regiões mais críticas são: São Paulo (1,74), Taubaté (1,69) e Piracicaba (1,60).
(Com Portal Prudentino)
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