Anvisa reconhece oficialmente eficácia de colágeno fabricado em Presidente Epitácio
O colágeno desenvolvido pela Genu-in, empresa da JBS, acaba de ter sua eficácia reconhecida oficialmente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O órgão federal aprovou a alegação funcional do produto, fabricado em Presidente Epitácio (SP), permitindo que o rótulo comunique o benefício comprovado: “Os oligopeptídeos de colágeno podem contribuir para melhorar a elasticidade e a firmeza da pele.”
Com a aprovação, o ingrediente passa a integrar a IN28, conhecida como “lista positiva” da Anvisa, que reúne ingredientes com eficácia, segurança e qualidade cientificamente comprovadas. Poucas empresas do setor de nutrição e beleza funcional alcançam essa certificação.
Produção em fábrica moderna
O colágeno é produzido na fábrica 4.0 da Genu-in, localizada às margens do Rio Paraná, em Presidente Epitácio. A unidade é considerada uma das mais modernas do setor e foi construída com investimento de cerca de R$ 400 milhões.
O ingrediente é resultado de um modelo de economia circular, no qual a pele bovina proveniente da cadeia de fornecimento da JBS é utilizada para gerar produtos de alto valor agregado, como colágeno e gelatina.
Segundo a empresa, o processo garante qualidade ao produto e contribui para a redução de impactos ambientais.
Aprovação baseada em estudos científicos
A aprovação da Anvisa foi concluída em nove meses e ocorreu sem exigências adicionais. O processo foi fundamentado em um dossiê técnico robusto, com estudos clínicos e toxicológicos realizados pela própria Genu-in.
“A validação científica comprova que o ingrediente age de dentro para fora, trazendo benefícios visíveis e mensuráveis, exatamente o que o consumidor moderno busca quando investe em autocuidado com qualidade”, explica a diretora de Pesquisa, Saúde e Nutrição da JBS, Vivian Zague.
Estudo clínico comprovou benefícios
O colágeno também foi avaliado em um estudo clínico conduzido por pesquisadores brasileiros e publicado no Journal of Medicinal Food.
A pesquisa foi realizada com 85 mulheres entre 45 e 60 anos, seguindo o padrão científico considerado “padrão ouro”, com metodologia duplo-cego, randomizada e controlada por placebo.
Após oito semanas de suplementação, os resultados apontaram melhora média de:
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9,7% na firmeza da pele
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6,8% na elasticidade
Em doze semanas, o ganho de elasticidade chegou a 12,2%.
“Essa conquista mostra que é possível unir ciência, tecnologia e sustentabilidade para entregar resultados reais. É um passo importante para consolidar a Genu-in como referência global em ciência e beleza”, afirma o diretor-executivo da Genu-in, Ricardo Gelain.
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