Presidente Venceslau | Quinta-Feira, 14 De Maio De 2026
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HR emprega uso de capacetes de respiração em pacientes com covid

HR emprega uso de capacetes de respiração em pacientes com covid
Equipamento auxilia na respiração e visa evitar intubações (Foto: Cedida/AI HR)

O Hospital Regional de Presidente Prudente “Dr. Domingos Leonardo Cerávolo” iniciou, nesta semana, uma nova opção de tratamento respiratório em pacientes internados na enfermaria exclusiva para casos de Covid-19. Trata-se de um Capacete de Respiração Assistida, chamado de Elmo.

Esse aparelho visa auxiliar o processo respiratório, ofertando uma quantidade maior de oxigênio, para que os pacientes com insuficiência respiratória moderada e grave, causada por lesões pulmonares derivadas da doença, possam se recuperar e, assim, evitar a intubação em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). 

Segundo o supervisor de Fisioterapia do HR, James Falconi Belchior, trata-se de um método bastante promissor e que já se mostra importante no tratamento contra a Covid-19.

“O Elmo busca aumentar os níveis de oxigenação arterial, evitando assim intubações e internações em UTIs. Alguns estudos mostram que com a utilização do Capacete de Respiração Assistida podemos reduzir em até 60% a necessidade de intubação e utilização de ventilação mecânica invasiva e isso é muito bom”, explica.

O fisioterapeuta pontua que o Elmo já vem mostrando que será muito importante no tratamento desses pacientes.

“Logo que nossa equipe de Fisioterapia foi treinada e toda a equipe multiprofissional orientada sobre o uso correto do Elmo, já o colocamos em uso. Nos primeiros atendimentos que fizemos com o equipamento, ele se mostrou muito eficaz e promissor e vem ampliar o aparato de enfrentamento da Pandemia em nosso hospital”, diz.

Como funciona o Elmo?

Esse dispositivo é feito de silicone e PVC, e tem por objetivo oferecer oxigênio em alto fluxo para o paciente. Durante sua utilização, ele envolve toda a cabeça do paciente e sua base veda a passagem de ar.

Uma vez com o capacete, é ofertado oxigênio e ar comprimido, gerando uma pressão positivo que ajuda os pacientes com dificuldades respiratórias.

“Estudos apontam que pode evitar a intubação em até 60% dos casos. Esse é um número promissor e esperamos alcançá-lo em nosso hospital”, pontua James.

Assessoria de Imprensa HR

Integração Regional

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