Apesar de mais 'branda', taxa de transmissão da covid ganha força na região - Integração Regional
Presidente Venceslau | Sábado, 2 De Maio De 2026
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Apesar de mais 'branda', taxa de transmissão da covid ganha força na região

Apesar de mais 'branda', taxa de transmissão da covid ganha força na região
No dia 5 de junho, o índice de transmissão atingirá a terceira maior marca no período de um ano (Foto: Secom)

Com menor impacto em relação a novos casos de infectados e de mortes, a taxa de transmissão da covid-19 registra alta pela terceira semana seguida na região de Presidente Prudente. No dia 5 de junho, o índice atingirá a terceira maior marca no período de um ano.

Apesar de cada vez mais 'aparecer' casos de conhecidos, amigos e parentes contaminados nos últimos dias, a projeção feita pelo Infotracker, plataforma desenvolvida pela USP e Unesp para o monitoramento da pandemia em todo o Estado de São Paulo, os números seguem menores daqueles esperados para o período. 

Com 2.528 casos ativos no Oeste Paulista, a medição fechou com 706 registros a menos. Porém, a diferença pode ser reflexo dos exames represados pelos municípios, ou por falha no sistema do Governo Federal, ou pela morosidade dos órgãos de Saúde locais.

Em relação aos dados sobre mortes, a projeção ficou a apenas a um óbito do previsto para o período.

Subindo

Segundo o Infotracker, a taxa de transmissão (RT) do vírus está em 1,24 nesta segunda-feira (30), ou seja, 100 infectados transmitem para outras 124 pessoas. O índice deve atingir 1,33 em sete dias na região. Esta será a maior marca dois últimos 12 meses.

Neste ano, a maior taxa registrada foi em fevereiro, quando a variante Ômicron provocou a terceira onda da pandemia. Na ocasião, o índice de transmissão atingiu expressivos 1,73.

No ano passado, os maiores índices foram vistos em abril (1,46) e junho (1,53), durante a segunda onda da doença. Em maio de 2021, a taxa estava em 1,31, ou seja, muito parecida com a atual.

O índice de contágio (RT) é importante para apontar quantas pessoas serão contaminadas por um infectado, além de auxiliar na projeção da velocidade de transmissão da doença. O número deve ficar abaixo de 1 por mais de 15 dias para que seja visualizada queda de novos casos.

A situação é pior quando analisados os dados de todo o Estado de São Paulo. Atualmente, a taxa é de 1,39; ela deve subir para 1,47 no dia 5 de junho. Apenas a região de Bebedouro tem índice que aponta provável controle da doença.

As regiões mais críticas são Araraquara (1,60), Bauru (1,56) e Araçatuba (1,51).

Novos casos e mortes

A plataforma projeta 4.138 casos ativos no dia 5 de junho, o que pode significar quase 1,6 mil novos registros. A boa notícia fica por conta de possíveis novos óbitos: cinco mortes em sete dias ante 19 vítimas fatais do período anterior.

(Com Portal Prudentino)

Integração Regional

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Jornal integrante de veículo de comunicação com sede em Presidente Venceslau (SP).

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