Presidente Venceslau | Quarta-Feira, 10 De Junho De 2026
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Aeroporto de Presidente Prudente é concedido a consórcio em leilão

Aeroporto de Presidente Prudente é concedido a consórcio em leilão
Aeroporto de Prudente deve receber investimentos de R$ 22 milhões nos próximos três anos (Foto: Sérgio Borges/NoFoco)

Na tarde desta quinta-feira (15), foi batido o martelo do leilão que definiu a privatização do Aeroporto Estadual Adhemar de Barros de Presidente Prudente ao consórcio Aeroportos Paulista, que será responsável por mais 11 unidades inseridas no grupo noroeste. A previsão é de investimentos de R$ 52 milhões em três décadas.

A abertura dos envelopes com as propostas foi realizada na sede da B3, na capital paulista. No total, 22 aeroportos serão repassados à iniciativa privada. “Estamos completando aqui nosso oitavo contrato de concessão de parceria público-privada. Isso reforça o compromisso de um Estado menor, mais enxuto e eficiente, voltado para o atendimento das prioridades do serviço público nas áreas da saúde, educação e segurança”, comenta o vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB).

Com ágio de 11,14 % sobre a outorga mínima, o Consórcio Aeroportos Paulista apresentou a oferta vencedora de R$ 7,6 milhões pela concessão do lote Noroeste, que engloba Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Araçatuba e Barretos, bem como dos aeródromos de Assis, Dracena, Votuporanga, Penápolis, Tupã, Andradina, Presidente Epitácio.

“Um ótimo resultado. A chegada do investidor privado vai gerar um aumento de capacidade dos aeroportos impactando na oferta de voos e, consequentemente, uma alta significativa de desenvolvimento econômico e social dos municípios, o que gera emprego e renda para todos os brasileiros”, analisa o secretário de Logística e Transportes, João Octaviano Machado Neto.

Modelo de concessão

A concessão à gestão da iniciativa privada prevê a prestação dos serviços públicos de operação, manutenção, exploração e ampliação da infraestrutura aeroportuária.

O contrato prevê modelo de remuneração tarifária e não tarifária, por meio da exploração de receitas acessórias, como aluguéis de hangares ou atividades comerciais, no terminal, restaurantes e estacionamento, ou pela realização de investimentos para exploração de imobiliária, com grande potencial para o desenvolvimento de novas atividades e negócios em torno dos aeroportos.

Investimentos

No caso de Prudente, estão previstos investimentos em torno de R$ 22,5 milhões nos três primeiros anos de concessão. O restante será distribuído ao longo do contrato de 30 anos.

Apesar da doação de terreno feita pela Prefeitura, não há a certeza de mudança em relação a projetos de construção de novo saguão e, muito menos, da mudança da entrada do aeroporto para o prolongamento da Avenida Coronel José Soares Marcondes.

O desejo de entidades e da Prefeitura é agregar a nova sede da Receita Federal ao Aeroporto Adhemar de Barros.

Com informações do Portal Prudentino

Integração Regional

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