(*) Paulo Francis. Jr
Talvez, alguns pontos deste conteúdo possam lhe aborrecer. Não é essa a intenção! O objetivo aqui é o debate sério que envolve as grandes e insistentes mudanças nos costumes sociais. A cada dia que passa os seres humanos perdem a noção do que é certo! Senão, vejamos: desemprego, pobreza, miséria... A pandemia não deixou somente a economia em frangalhos. Em muitos países, o agravante são as questões que, talvez - e também pela subnotificação! -, nunca saberemos a realidade que nos apresenta. Por exemplo: qual o nível de depravação da sociedade agora?!
Condutas envolvendo imoralidades e perversões sexuais não são novas! São milenares e, terrivelmente, muitas delas envolvem crianças. O que relato nestas primeiras linhas, ouvi de um pastor falando de púlpito, que alertava sobre a volta de Jesus e qual a posição que devemos ter em relação ao pecado. Dizia que nos tempos de Noé “a depravação moral era tamanha que homens tinham relações com animais, com crianças, homem com homem e mulher com mulher.” E o que está acontecendo hoje no Brasil?! Não há uma resposta clara. Mas, o que as pessoas não sabem? Por que não param para analisar com sinceridade a gravidade que tudo isso envolve?
A Humanidade é insaciável. Diria que as pessoas no Brasil são até mais que isso! Há 10 anos, quando se começou a debater a ideologia de gênero, esse alerta foi esquecido pela maioria das famílias e até pelas igrejas pelo país. O esforço era para impor uma cultura para chegar à pedofilia. É isso! A proposta verdadeira é essa: pedofilia! O pastor Silas Malafaia explica claramente o que isso significa e muitos pais e mães ainda não entenderam o que está por trás deste “avanço”. A resposta traz um agravante que o pastor Malafaia deixa bem claro: “Se um garoto de quatro anos pode decidir se quer ser homem ou mulher, ele também pode decidir sobre relação sexual.” Eis aí o que muitos não conseguem prever: as consequências. O próximo passo é a pedofilia liberada!
Outro dia, eu conversava com duas donas de casa, duas senhoras, que externaram que “essa situação não causa preocupação e nem impede que a alma de ninguém entre no céu por causa de novas condutas sexuais.” Elas entendem “que Deus não leva isso em consideração.” Trocando em miúdos: quer dizer que se a filha ou o filho de qualquer um de nós chegar em casa de mãos dadas com alguém adulto(talvez idoso!), de namoro, não importa?!” Você deixaria sua filha de 13 namorar alguém de 43, 50 anos?! Santo Deus! Alguns poderiam ser hilários neste ponto: “Se for alguém rico, pode!” Ocorre, que os desdobramentos disso nos deixam numa sinuca de bico. Esses novos costumes sexuais são de desfechos incógnitas e a gente não liga quando o mal acontece em terrenos alheios. Se isso ocorre na nossa família, o mundo cai. Gritamos e choramos.
Nos últimos 2 anos, os casos de assédio sexual pela internet aumentaram em quase 200%. Eu não desejo que nenhum adulto formado, mantenha relações com crianças! Por extensão, após a família, esse tipo de coisa ataca diretamente a igreja. Em diversos países europeus, tidos como civilizados e liberais, centenas de denominações estão em processo de fechamento por falta de fiéis. O que quero dizer: quem está longe da igreja, de Deus, peca mais. Isso vai piorar muito!!!
Cito outra temeridade: incesto. Essa prática também contribui para a degeneração da estrutura familiar; é fato comum no interior do Brasil pela falta de educação, isolamento e pobreza, embora diversos casos são constatados em classes altas. Em Estados do norte do país existe quem aceite que os pais iniciem a vida sexual das filhas. Por lá, um pai teve 7 filhos com a própria filha...
A agência Câmara de Notícias, esclarece: “No Brasil, o incesto não é crime, a não ser que envolva crianças e adolescentes. Se, ao contrário, os envolvidos são adultos e não agem sob ameaça ou violência, não há proibição para a prática. Existem dois Projetos de Lei que tipificam pedofilia e incesto como crimes no Código Penal. Ambos os projetos serão analisados pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de serem votados. Mas, quando será isso?!
Esclarecimento: “Não existe um consenso quanto ao modo de atuação do pedófilo, o que dificulta sua identificação e a consequente prevenção do crime sexual. ” Esse é o Brasil sil sil...
(*) Paulo Francis. Jr é da AVL e escreve aos sábados no jornal Integração Regonal
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