Transição
De acordo com os integrantes do comitê, a transição para um modelo circular é uma necessidade real de diferentes setores, não apenas pela escassez de recursos, mas para diminuir novos impactos ambientais que afetam a qualidade de vida das pessoas.
“A adoção de práticas mais sustentáveis e circulares demanda novas formas de medir resultados, instrumentos financeiros adequados, avaliação criteriosa de riscos e políticas que incentivem mudanças reais”, afirma Haroldo da Silva, presidente do Corecon-SP.
O comitê atuará como articulador entre os diferentes setores e atores participantes do processo de transição.
“Para isso, será fundamental desenvolver não apenas instrumentos financeiros adequados, mas também profissionais capazes de compreender como a circularidade se traduz em riscos, oportunidades, modelos de negócio e decisões de investimento em diferentes setores e cadeias produtivas”, conclui o diretor executivo da Brasfi, Leonardo Lima.
Fonte: Agência Brasil
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