Na próxima quarta-feira (31), termina a campanha de vacinação contra "febre aftosa" no Estado de São Paulo. Na análise das 40 regionais da "Defesa Agropecuária", a que apresenta o maior número de animais imunizados é a de "Presidente Venceslau", com "587 mil" bovídeos vacinados.
A expectativa é que sejam imunizados cerca de "11 milhões" de bovídeos (bovinos e bubalinos) de todas as idades em todo o Estado. Até aqui, foram "7 milhões" imunizados, segundo dados do sistema de Gestão de "Defesa Animal e Vegetal (Gedafe) da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA)".
Ainda de acordo com o relatório, "67.172" propriedades já "atualizaram o rebanho e declararam a vacinação". O número representa "56,6%" de todas existentes no Estado.
O produtor tem até "7 de junho" para realizar a declaração da vacinação, preferencialmente por "meio eletrônico", através do "Gedafe". Quando não for possível, o produtor poderá acessar a declaração na internet, "preencher e entrega-la" pessoalmente na unidade da Defesa Agropecuária mais próxima.
Como vacinar;
A primeira providência é adquirir, as vacinas em "estabelecimentos cadastrados" junto à "Coordenadoria de Defesa Agropecuária". Isso porque todo o estoque de vacina disponível no Estado para comércio durante a etapa da campanha, é cadastrado pela revenda no Gedave.
No momento da compra, o volume adquirido pelo criador é transferido, por meio do sistema, para o estoque da propriedade, o que facilita a "declaração da vacinação" pelo criador. A legislação proíbe o uso de vacinas adquiridas em etapas de "vacinações anteriores".
A vacina deve ser mantida refrigerada entre "2 e 8 graus Celsius", tanto no "transporte como no armazenamento", usando uma caixa de isopor, com dois terços de seu volume em gelo para que a vacina "não perca sua eficácia", não podendo nunca ser congelada.
Para realizar a vacinação deve ser escolhido de preferência o "horário mais fresco" do dia, classificando os animais por "idade (era) e sexo", para evitar acidentes. A recomendação é usar seringas e agulhas "novas e higienizadas", sem o uso de "produtos químicos" (nem álcool, nem cloro) .
O local da aplicação é no "terço médio" do pescoço (tábua do pescoço), por via subcutânea (abaixo do couro). Independentemente da idade, a dose é de "2 ml" de vacina. As agulhas devem ser "substituídas" com frequência (a cada 10 animais), para evitar infecções e os frascos devem ser mantidos resfriados durante a operação.
O criador que deixar de vacinar e de comunicar a vacinação, estará sujeito a "multas" que variam de "3 a 5 Ufesps" por animal, sendo de "5 Ufesps" (R$ 171,30) por cabeça que deixar de vacinar e "3 Ufesps" (R$ 102,78) por cabeça que deixar de comunicar. O valor de cada Unidade Fiscal do Estado de São Paulo é de "R$ 34,26".
Consulta;
Além das declarações, o Gedafe está disponível para que "pecuaristas e produtores" acessem informações em relação à "compra do imunizante", como por exemplo, quantidade de estoque e estabelecimentos credenciados para o comércio.
Uma vez dentro do sistema, que pode ser acessado no site da Defesa Agropecuária no link: https://gedave.defesaagropecuaria.sp.gov.br/, a pessoa interessada em adquirir a vacina deve pesquisar por "estoque de insumos em comerciantes de produtos biológicos veterinários".
Mais informações estão disponíveis em www.defesa.agricultura.sp.gov.br/programas/aftosa.
(Da redação)
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